terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Ano novo, experiências novas!




Ainda absorvido nas minhas mais recentes leituras,  estas duas ilustrações são pequenas experiências inspiradas em Haruki Murakami e também em H.P.Lovecraft.
Ambas as ilustrações foram executadas com uma mistura de técnicas e materiais, sendo elas com aguarela, tinta da china e predominantemente com café.





"Howard Philips Lovecraft nasceu em Providence, Rhode Island, a 20 de Agosto de 1890. A carreira de Lovecratf como escritor profissional foi largamente comprimida num período de dezasseis anos. Permaneceu virtualmente desconhecido excepto para as pequenas audiências de pulp magazines como a Wierd Tales onde o seu trabalho foi publicado. Os magros rendimentos da escrita não chegavam para reforçar os rendimentos de uma empobrecida herança, e ele continuou a escrever anonimamente para outros autores. Ao mesmo tempo animou um pouco a sua monótona existência com uma extensa troca de correspondência com outros escritores e leitores de ficção fantástica. Quando uma combinação de cancro e nefrite reclamou a sua vida aos quarenta e seis anos de vida, a perda foi sentida por todos os amigos, muitos conhecendo-o apenas como correspondentes.
O estilo literário de Lovecraft era muito distinto e frequentemente imitado por protegidos. Aquando da sua morte, Lovecraft já se tinha tornado aquilo que hoje chamaríamos de "figura de culto". Mas foram necessários vários anos para fazer chegar o homem e a sua obra a uma audiência mais vasta. Hoje em dia Lovecraft é reconhecido como um dos grandes escritores americanos de ficção fantástica, sujeito a mais estudos do que qualquer outro escritor de ficção excepto (e talvez até incluído) o seu grande mentor Edgar Allen Poe.
A sua obra já foi traduzida para mais de 15 línguas e adaptada para cinema, televisão, banda desenhada, jogos e até música. A sua influência é visível na obra de nomes tão diferentes como Stephen King, Robert Bloch, Alfred Hitchcok, H. R. Giger, Umberto Eco, John Carpenter ou Neil Gaiman. Referências a Lovecraft ou ideias Lovecraftianas abundam em toda a paisagem cultural e fazem já parte do imaginário de todos nós. E, com toda a justiça, o homem fleumático, solitário e conservador de Nova Inglaterra, tornou-se indiscutivelmente no maior mestre da ficção de horror."
                     Retirado de: https://www.wook.pt/autor/howard-phillips-lovecraft/6149
                     

BOM ANO!!!



quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

A pressa de chegar a lado nenhum




"A pressa de chegar a lado nenhum"

Um trabalho feito com muita pressa, para não chegar atrasado ao momento da pressa seguinte 

sábado, 16 de dezembro de 2017

Plantação da batata


"Plantação da batata"
Uma história verídica capaz de dar a volta a qualquer estômago.

Técnica mista  

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Cães da Índia

Apresento o meu mais recente projeto  tridimensional, é também o primeiro projeto destes em dimensões um pouco maiores. 
As  minhas inspirações para este trabalho são como têm sido em trabalhos anteriores, proporcionadas por diversos artistas e escritores ( Arman, Lucio Fontana, Picasso, Braque , Bordalo II, Paul Watzalawick e Zygmunt Bauman, são apenas alguns deles). 

O título e todo o conceito deste trabalho  é uma referência a uma notícia que li há alguns meses atrás.. Notícia essa que comunicava um fenómeno  invulgar, o aparecimento de cães com cor azul, que se devem ao excesso de poluição causado por mim e por ti.

Podem consultar a notícia aqui : http://pt.euronews.com/2017/08/18/caes-azuis-na-india

O conceito final deste trabalho, é uma alusão ao que é real e não  é, uma alusão também à fronteira que separa o mundo publicitário (anúncios, consumismo, facilidade de obtenção de produtos inúteis, entre outras coisas), onde tento através da minha pintura na porta, concentrar e transmitir algum conforto ao observador, com cores alegres e simpáticas como se de um anúncio televisivo tratasse e do lado de cá transmitir o que realmente acontece.










SINOPSE:
"Neste diálogo entre Zygmunt Bauman e Leonidas Donskis fala-se da perda de sensibilidade num tempo marcado pelo terrorismo, a guerra, as migrações e outras formas de violência. A empatia, a capacidade de nos colocarmos no lugar dos outros, parece diminuir quando era mais necessária. E isso vai a par com a feroz busca de identidade e o desrespeito pela privacidade alheia. A violência e os desastres tornam-se tão constantes na televisão e nas redes sociais que as sociedades padecem de uma espécie de cegueira moral, de tal modo estão insensibilizadas para o sofrimento e se recusam a compreender o que se passa.


«À medida que a negligência moral cresce em alcance e intensidade, a procura de analgésicos aumenta cada vez mais, e o consumo de tranquilizantes morais transforma-se em vício. Por conseguinte, uma insensibilidade moral induzida e manipulada torna-se uma compulsão ou uma "segunda natureza": uma condição permanente e quase universal — e as dores morais veem-se desprovidas do seu papel salutar de prevenir, alertar e mobilizar.» Zygmunt Bauman"
Retirado de : https://www.wook.pt/livro/cegueira-moral-leonidas-donski/18910577
                    





sábado, 9 de dezembro de 2017

Bola de Neve






Apresento o meu primeiro trabalho em ilustração, trata-se de um pequeno cardápio , algo experimental que fiz para ver como corria e também para me divertir. Para verem o trabalho em formato digital, basta clicarem no fullscreen e começarem a folhear. 

domingo, 26 de novembro de 2017

Coisas deles que elas nunca vão entender (e que eles também não)


"Coisas deles que elas nunca vão entender ( e que eles também não)"
ou 
"A magia e a arte de se conseguir pensar em absolutamente nada"

Técnica mista sobre tela 




sexta-feira, 17 de novembro de 2017

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Donos de casa desesperados

Estes trabalhos em pequeno formato (A4 e A5), são o resultado das minhas primeiras experiências com tinta da china.
A qualidade das fotografias não é a melhor, mas mesmo assim dá para entender suficientemente bem a ideia e o processo em geral.